domingo, 1 de agosto de 2010

Comemoração dos 13 anos de GTA

Jamais que os irmãos Dan e Sam Houser poderia imaginar que sua criação se tornaria um Godzilla quinze anos depois do lançamento do primeiro “Grand Theft Auto”. De 1997 até aqui roubar carros e pilhar uma cidade se tornou uma atividade com orçamento hollywoodiano e repercussão idem, com direito a repercussão de grandes veículos e atenção até da mídia não especializada.
Só para se ter uma idéia da grandiosidade que a série chegou, seu último lançamento “GTA IV” rendeu mais de 500 milhões de dólares para a Rockstar Games na primeira semana de lançamento. Com produção de cinema, o game levou três anos para ser concluído, ao custo de mais de 100 milhões de verdinhas. A franquia cresceu, os videogames ficaram melhores e mais lucrativos e a Rockstar está rindo à toa com esse sucesso todo.

Polêmico ao extremo, o primeiro game da série tinha a premissa de colocar o jogador no controle de um ladrão de carros a serviço de um sindicato criminoso. O game não economizava violência, com atropelamentos e tiroteios contra policiais e civis sem qualquer censura. Com visão superior, a ação se passava nas cidades de Liberty City, Vice City e San Andreas. O sucesso foi tanto que um pacote de expansão foi lançado para PC, GTA: London, ambientado na capital britânica na década de 1960.



Se o primeiro game não tinha os gráficos mais avançados, a sequência trabalhou exatamente neste aspecto. Mas desta vez o jogo fugiu da história do original, com Claude Speed como protagonista, o enredo se passa numa cidade apresentada como “Lugar Qualquer, EUA”. “GTA II” coloca a fórmula já conhecida com a presença de sete gangues diferentes, que oferecem missões características. O melhor de tudo é que para conhecer tanto o segundo quanto o primeiro game da série, ambos estão disponíveis para download gratuito no site da Rockstar Classics.

Depois de dois títulos, a Rockstar optou por mudanças radicais para o terceiro game. Uma engine completamente nova, que permitia maiores ambientes, com total sensação de liberdade. Se os dois primeiros causaram desconforto, “GTA III” apimentou as coisas ao adicionar a possibilidade perversa de contratar os serviços de prostitutas espalhadas pela cidade. A visão em terceira pessoa realça detalhes jamais imaginados da cidade fictícia de Liberty City.





 Usando a mesma engine de “GTA III”, a Renderware, a série já tinha ares de blockbuster. A premissa do game é uma paródia do clássico cinematográfico “Scarface”, narrando a história de Tommy Vercetti, um mafioso que decide tentar a sorte em Vice City. Como se passa nos anos 1980, a trilha sonora licenciada contava com grandes nomes da música como Iron Maiden, Ozzy Osbourne, Whitesnake, Run DMC, entre outros. Com carros e motos velozes, o clima de “Miami Vice” é um marco do jogo.



Com novos ares, “Grand Theft Auto” virou um monstro e as atenções da imprensa especializada ou não estavam todas para o lançamento de novos jogos da série. Baseada na cidade presente no primeiro “GTA”, de 1997, “San Andreas” foi transformada num estado gigantesco, baseado na ensolarada Califórnia. Desta vez o protagonista é CJ Johnson, um gangsta típico das gangues afro-americanas de Los Santos (Los Angeles). O nível de personalização e interação do jogo foi elevado ao máximo, com a possibilidade de comprar roupas, ter namoradas, fazer academia, artes marciais, etc.


Com o sucesso e a série vendendo que nem água a Rockstar lançou em 2005 o spin-off do “GTA III”, com o nome de “Liberty City Stories”. No controle de Toni Cipriani, o jogador vive a história de um mafioso que dá a vida pela família no fim dos anos 1990 (anterior aos eventos de 'GTA III'). No mesmo embalo, “Vice City Stories” chegou às lojas em 2006, que narra a história de Victor Vance. Ambos os jogos foram lançados para PSP e posteriormente no Playstaton 2.



Com o sucesso e a série vendendo que nem água a Rockstar lançou em 2005 o spin-off do “GTA III”, com o nome de “Liberty City Stories”. No controle de Toni Cipriani, o jogador vive a história de um mafioso que dá a vida pela família no fim dos anos 1990 (anterior aos eventos de 'GTA III'). No mesmo embalo, “Vice City Stories” chegou às lojas em 2006, que narra a história de Victor Vance. Ambos os jogos foram lançados para PSP e posteriormente no Playstaton 2.


Além dos consoles de mesa, “GTA” também chegou aos portáteis em versões realmente exclusivas não obtendo sucesso equivalente. Apesar das vendas não atingirem o esperado, “Chinatown” é um jogo bastante divertido no qual o jogador assume o papel de Huang Lee, um jovem criminoso das tríades chinesas. A grande sacada do game é fazer uso dos recursos touchscreen do Nintendo DS e Apple iPhone em diversos minigames espalhados pela cidade de Liberty City, uma recriação da versão vista em “GTA IV”.

FONTE:  MSN 

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Fernando